quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Na meditação de hoje imaginei meu santuário interior e nele havia um rio de águas cristalinas, profundo com suas laterais de roxas, em seus lados haviam cercando várias arvores de cerejeiras e em frente havia uma plantação de rosas roxas e rosas. Com um lindo céu aberto e nuvens e sol agradável.
Nadei no rio, senti os peixes, deitei em seu solo, rodei no centro da plantação de rosas para visualizar aquela imensidão de rosas infinitas.
No contato com o eu superior Vênus sobresaiu das águas mas estava feita de água e minha incerteza segurando as mãos dela a fez diluir. Deitei novamente no rio e ela me levou a terra, mostrou que era apenas um brotinho que estava se remuendo para começar a quebrar a casca da semente e enfim brotar seu primeiro fio. Colocou a mão em meu peito em forma de asas e disse "eu sou o amor" repetidamente, para que eu não criasse nenhum anseio sobre ela e lá me deixou, passei alguns segundos de braços abertos debaixo da terra e emergi ao rio que tinha correnteza que fez sair várias espadas e pregos que estavam enfiados em minha cabeça, senti que estava sendo curada.
Logo depois levantei do rio e me despedi daquele lindo lugar.

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