segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ela era vista de costas, ora, aquela menina de cabelo embaraçado emprensado pelo balanço do vento tinha uma garrafa meia vazia e um copo amassado ao lado escondido. Que lugar mais conveninente para tal cena se não A praia? A noite? Ela deitou-se, se deixou levar pela tontura, seu cabelo se amassou e se recheou de areia tão molhada quanto sua boca, sem o minimo de maquiagem nos olhos. Aquela cena se repetia por uma cabeça alheia que observava com continuidade repassando tal cena das mãos, joelhos e pés juntos e logo separados.



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